I met a little lady in the florest…
Continuo sem perceber porque é que na EN1 uma estrada de tolerância zero, os senhores guardas param das bermas das estradas para punir os condutores apressados, e não prendem as Putas.
“Porque a pressa e a velocidade matam! E as Putas não!!”
As Putas até podem não matar. Mas as doenças venéreas são tramadas.
“…”
Thursday, September 30, 2004
Friday, September 24, 2004
Algoritmo Humano/Tirania do Caos
Notas do rei: Aconselho a leitura do texto “Gosto muito de seres humanos” antes de prosseguir.
O casal de seres humanos seres humanos foi de férias. Estavam cansados da rotina diária, acordar, beijo matinal, pequeno-almoço, filas de trânsito, apalpão no metro, emprego, café, trabalho, almoço, emprego, café, trabalho, amante, cigarro, casa. Sexo ao domingo de manhã, antes da visita de, ou aos pais/sogros. Chatices, mais um fim-de-semana que passou sem se fazer nada (e como é bom). A rotina mata. O tabaco e os ciúmes conjugais também, assim como atravessar a rua fora da passadeira, mas tudo isto é uma tentativa de rotura com a rotina, introduzir alguma surpresa na previsibilidade da ordem natural das coisas. Eles precisavam de Caos.
Para a ruptura total é necessário algo completamente diferente: férias no Algarve, o Reino dos Anglo-Saxões!
A liberdade, o delírio da liberdade de escolha! De escolher o que fazer com o tempo, de não fazer nada com o tempo. De simplesmente apanhar banhos de sol das 10 ás 12, depois do pequeno-almoço ás 9, lavar os dentes e fazer a trouxa com as sandes e os sumos, o calção xadrez, a revista cor-de-castanho (leitura de merd…), a manta xadrez (começo a notar um padrão), a Bola, o guarda-sol, almoço (?) nas horas de menos sol, banho após a digestão, esfregar as costas com fula nela e frigi nele, apanhar escaldões e culpar os nadadores-salvadores. Sexo á noite que está mais fresco, dores de cabeça quando o calor exterior é mais elevado que o do interior.
Quebraram a rotina. Foram de férias.
Quebrar a rotina é a desordem q que os humanos são alérgicos. É o Caos! O caos está para os Humanos como a ausência de algoritmos está para as máquinas. O algoritmo é o que falta para transformar ”klafhe fiowhjfejasriommm6978sdlmj” em “polvilhe 2 colheres de açúcar em pó e o bolo está pronto”. E o que terá de fazer um ser humano quando a desordem se instala? Quando o sistema de valores que sempre o rodeou, as relaçãos familiares, e mais importante a rotina casa-emprego, desaparece? Tem de pensar! Usar dados adquiridos (certos ou errados) para construir soluções para problemas novos. Criatividade, rapidez e exequibilidade de processos.
Então qual é o problema, se todos (?) os humanos se definem como animais que pensam? Pensar dá trabalho, consome energia, esta tão necessária a actividades como a produção de baba em frente ao televisor, gritar mais alto que o colega de trabalho, raspar a raspadinha (mas se ela já está raspada…) ou ainda a nobre arte da masturbação após uma louca noite de DiscoSound e levantamento de copos. Para quê criar algoritmos? “Eu até chumbei a matemática no liceu, a programação em Turbo Pascal na Universidade.”
Nota: associo as reacção, ou melhor, a paralisia (aqui se decreta a morte do par acção-reacção) associada ao Caos, àquela que está relacionada com os medos. Quando os humanos não possuem rotinas para situações novas/desconhecidas - Cãibras Mentais. Embora se estão a agir por impulso, ou porque já conhecem a solução, os humanos não estão a realidade a pensar… será que pensam?
Quando surge o Caos, a alteração a rotina, entram em pânico. Os mais dignos de pena são que passam a vida a dizer que gostam de “coisa novas e diferentes, para evitar monotonia e rotina”, quando na realidade esta alteração á rotina foi pensada e ponderada, e a introdução um desporto radical na agenda, não é o caos (bem pelo contrário). Este tipo de alterações implica um esforço mínimo, uma linha do programa que tem de ser alterada e não a substituição de sistemas. E a substituição de sistemas é a solução natural para o caos.
Paremos para respirar.
“Em os humanos não sabem lidar com o caos? É isso que quer dizer Rei? Mas se assim fosse já se teriam extinguindo! E não é esse o caso.”
Fazia-me uma grande diferença que TODOS os humanos deixassem de existir. Mas sobre a visão antropocêntrica da necessidade de seres humanos para existência da própria natureza falaremos um dia destes. Ou não!
Respondendo à pergunta:
Alguns seres humanos tem a capacidade de reagir e pensar em situações destas. Criam rapidamente rotinas para ordenar o Caos, que deixa de ser uma desordem a partir desse momento (pelo menos para os que raciocinam). Nesta situação, os outros humanos, o rebanho, segue aquele que de repente acende a luz no quarto escuro, o que lhes dá de mão beijada a fórmula da sobrevivência. E como já disse os seres humanos não questionam as rotinas, desde que não tenham que pensar muito, que a energia está cara. È mais fácil permanecer no quarto iluminado, mesmo que se tenha que aguentar com o cheiro do sovaco do gordo e o fumo do viciado em nicotina, que ir para um quarto arejado, mas escuro, e que chatice… ter de procurar o interruptor.
Se fórmula mágica é realmente boa ou não (fazer juízos de valor dá dores de cabeça), isso não interessa, é uma saída. E quem são estes mágicos mentais, que governam a partir do Caos? Os Tiranos. Em tempo de caos quem pensa (boas ou más soluções) é Rei. E o rebanho segue, até que um dia e já na segurança das suas rotinas e algoritomos casa-emprego-casa-férias surgem outros humanos, os Democratas, que cheios de ideias “originais” se propõem dirigir o rebanho e dar-lhes voz, agora que o Tirano já não é mais necessário. E o rebanho mantém a sua rotina, nem que tenha que alterar umas linhas de código, e fica todo contente por finalmente ter voz! Méeee…. Méeee… Quanto a pensar…
Quebraram a rotina. Foram de férias. Quiseram introduzir o caos na sua vida e nem uma linha do algoritmo alteraram. Os seres humanos são alérgicos á desordem. Ou será ao raciocínio?
Notas do rei: Aconselho a leitura do texto “Gosto muito de seres humanos” antes de prosseguir.
O casal de seres humanos seres humanos foi de férias. Estavam cansados da rotina diária, acordar, beijo matinal, pequeno-almoço, filas de trânsito, apalpão no metro, emprego, café, trabalho, almoço, emprego, café, trabalho, amante, cigarro, casa. Sexo ao domingo de manhã, antes da visita de, ou aos pais/sogros. Chatices, mais um fim-de-semana que passou sem se fazer nada (e como é bom). A rotina mata. O tabaco e os ciúmes conjugais também, assim como atravessar a rua fora da passadeira, mas tudo isto é uma tentativa de rotura com a rotina, introduzir alguma surpresa na previsibilidade da ordem natural das coisas. Eles precisavam de Caos.
Para a ruptura total é necessário algo completamente diferente: férias no Algarve, o Reino dos Anglo-Saxões!
A liberdade, o delírio da liberdade de escolha! De escolher o que fazer com o tempo, de não fazer nada com o tempo. De simplesmente apanhar banhos de sol das 10 ás 12, depois do pequeno-almoço ás 9, lavar os dentes e fazer a trouxa com as sandes e os sumos, o calção xadrez, a revista cor-de-castanho (leitura de merd…), a manta xadrez (começo a notar um padrão), a Bola, o guarda-sol, almoço (?) nas horas de menos sol, banho após a digestão, esfregar as costas com fula nela e frigi nele, apanhar escaldões e culpar os nadadores-salvadores. Sexo á noite que está mais fresco, dores de cabeça quando o calor exterior é mais elevado que o do interior.
Quebraram a rotina. Foram de férias.
Quebrar a rotina é a desordem q que os humanos são alérgicos. É o Caos! O caos está para os Humanos como a ausência de algoritmos está para as máquinas. O algoritmo é o que falta para transformar ”klafhe fiowhjfejasriommm6978sdlmj” em “polvilhe 2 colheres de açúcar em pó e o bolo está pronto”. E o que terá de fazer um ser humano quando a desordem se instala? Quando o sistema de valores que sempre o rodeou, as relaçãos familiares, e mais importante a rotina casa-emprego, desaparece? Tem de pensar! Usar dados adquiridos (certos ou errados) para construir soluções para problemas novos. Criatividade, rapidez e exequibilidade de processos.
Então qual é o problema, se todos (?) os humanos se definem como animais que pensam? Pensar dá trabalho, consome energia, esta tão necessária a actividades como a produção de baba em frente ao televisor, gritar mais alto que o colega de trabalho, raspar a raspadinha (mas se ela já está raspada…) ou ainda a nobre arte da masturbação após uma louca noite de DiscoSound e levantamento de copos. Para quê criar algoritmos? “Eu até chumbei a matemática no liceu, a programação em Turbo Pascal na Universidade.”
Nota: associo as reacção, ou melhor, a paralisia (aqui se decreta a morte do par acção-reacção) associada ao Caos, àquela que está relacionada com os medos. Quando os humanos não possuem rotinas para situações novas/desconhecidas - Cãibras Mentais. Embora se estão a agir por impulso, ou porque já conhecem a solução, os humanos não estão a realidade a pensar… será que pensam?
Quando surge o Caos, a alteração a rotina, entram em pânico. Os mais dignos de pena são que passam a vida a dizer que gostam de “coisa novas e diferentes, para evitar monotonia e rotina”, quando na realidade esta alteração á rotina foi pensada e ponderada, e a introdução um desporto radical na agenda, não é o caos (bem pelo contrário). Este tipo de alterações implica um esforço mínimo, uma linha do programa que tem de ser alterada e não a substituição de sistemas. E a substituição de sistemas é a solução natural para o caos.
Paremos para respirar.
“Em os humanos não sabem lidar com o caos? É isso que quer dizer Rei? Mas se assim fosse já se teriam extinguindo! E não é esse o caso.”
Fazia-me uma grande diferença que TODOS os humanos deixassem de existir. Mas sobre a visão antropocêntrica da necessidade de seres humanos para existência da própria natureza falaremos um dia destes. Ou não!
Respondendo à pergunta:
Alguns seres humanos tem a capacidade de reagir e pensar em situações destas. Criam rapidamente rotinas para ordenar o Caos, que deixa de ser uma desordem a partir desse momento (pelo menos para os que raciocinam). Nesta situação, os outros humanos, o rebanho, segue aquele que de repente acende a luz no quarto escuro, o que lhes dá de mão beijada a fórmula da sobrevivência. E como já disse os seres humanos não questionam as rotinas, desde que não tenham que pensar muito, que a energia está cara. È mais fácil permanecer no quarto iluminado, mesmo que se tenha que aguentar com o cheiro do sovaco do gordo e o fumo do viciado em nicotina, que ir para um quarto arejado, mas escuro, e que chatice… ter de procurar o interruptor.
Se fórmula mágica é realmente boa ou não (fazer juízos de valor dá dores de cabeça), isso não interessa, é uma saída. E quem são estes mágicos mentais, que governam a partir do Caos? Os Tiranos. Em tempo de caos quem pensa (boas ou más soluções) é Rei. E o rebanho segue, até que um dia e já na segurança das suas rotinas e algoritomos casa-emprego-casa-férias surgem outros humanos, os Democratas, que cheios de ideias “originais” se propõem dirigir o rebanho e dar-lhes voz, agora que o Tirano já não é mais necessário. E o rebanho mantém a sua rotina, nem que tenha que alterar umas linhas de código, e fica todo contente por finalmente ter voz! Méeee…. Méeee… Quanto a pensar…
Quebraram a rotina. Foram de férias. Quiseram introduzir o caos na sua vida e nem uma linha do algoritmo alteraram. Os seres humanos são alérgicos á desordem. Ou será ao raciocínio?
Monday, September 20, 2004
Middle-Class Portrait
“Já viste o meu telemóvel novo? Tem vídeochamada, acesso 3G, câmara Fotográfica e de Vídeo Incorporada, Media Player, MMS e MMS Vídeo, ecrã interno TFT (com 65.000 cores!!), UMTS/GPRS/GSM, Bluetooth, infravermelhos, E-mail, sincronização com Outlook, alta voz, agenda e calendário, Rádio FM Stereo e ainda Jogos Java! São 600 euros de puro topo de gama!”
Que porreiro. Até é giro. E também dá para fazer chamadas e enviar SMS?
“…”
“Já viste o meu telemóvel novo? Tem vídeochamada, acesso 3G, câmara Fotográfica e de Vídeo Incorporada, Media Player, MMS e MMS Vídeo, ecrã interno TFT (com 65.000 cores!!), UMTS/GPRS/GSM, Bluetooth, infravermelhos, E-mail, sincronização com Outlook, alta voz, agenda e calendário, Rádio FM Stereo e ainda Jogos Java! São 600 euros de puro topo de gama!”
Que porreiro. Até é giro. E também dá para fazer chamadas e enviar SMS?
“…”
Thursday, September 16, 2004
A propósito do meu texto...
..."A minha opinião", encontrei aqui a opinião de alguém que no referendo votou não (eu votei sim) mas que, e ao contrário do alguns esperariam, tem uma opinião, nalguns pontos semelhantes á minha.
..."A minha opinião", encontrei aqui a opinião de alguém que no referendo votou não (eu votei sim) mas que, e ao contrário do alguns esperariam, tem uma opinião, nalguns pontos semelhantes á minha.
Wednesday, September 15, 2004
Eu sou uma besta!

You are Beast!
You are brilliant and extremely clever. You can
handle almost any problem swiftly and
efficiently. You are devoted to philosophy and
are always up for a good discussion.
Sometimes, though, your anger gets the best of
you and you upset those whom you care about.
Which X-Men character are you most like?
brought to you by Quizilla

You are Beast!
You are brilliant and extremely clever. You can
handle almost any problem swiftly and
efficiently. You are devoted to philosophy and
are always up for a good discussion.
Sometimes, though, your anger gets the best of
you and you upset those whom you care about.
Which X-Men character are you most like?
brought to you by Quizilla
Monday, September 13, 2004
Venda de Cavalo
É tudo uma cambada de drogados! TUDO!! E esses garotos da catequese são os piores! toda a gente sabe que as lombadas da bíblia são boas para fazer os filtros. E aquilo de se unirem em círculo, é para quê? Para passar o charro! Drogados!
"Ai que estou tão deprimido. Que a minha vida está por fio... que triste que estou. O dr. não me receita nada antes que perca a cabeça?"
Drogados.
"Não, não. O prozac é medicamento para as dores de barriga... toma lá filho que isto cura tudo."
E os piores são os médicos. Como é que aguentam as velhas a conversar na sala de espera? LSD. Só pode pela qualidade do tratamento que nos reservam! E os da Ordem são os piores.
São todos drogados. E as crianças são as piores. Anda tudo a meter anfetaminas! Aquilo de terem energia quase ilimitada é do quê? Das pilhas Duracell??!
E já viram o riso extasiado dos líderes partidários a falar à nação? E olhitos a brilharem? Foi uma chinesa fumada antes da sessão da assembleia. E aqueles jantares partidários? O prato principal é sempre bifinhos com natas e cogumelos mágicos.
E o Harry Potter sempre a voar? Ecstasy! Drogado!
Não se droguem que estragam a vossa vida. Bebam vodka.
É tudo uma cambada de drogados! TUDO!! E esses garotos da catequese são os piores! toda a gente sabe que as lombadas da bíblia são boas para fazer os filtros. E aquilo de se unirem em círculo, é para quê? Para passar o charro! Drogados!
"Ai que estou tão deprimido. Que a minha vida está por fio... que triste que estou. O dr. não me receita nada antes que perca a cabeça?"
Drogados.
"Não, não. O prozac é medicamento para as dores de barriga... toma lá filho que isto cura tudo."
E os piores são os médicos. Como é que aguentam as velhas a conversar na sala de espera? LSD. Só pode pela qualidade do tratamento que nos reservam! E os da Ordem são os piores.
São todos drogados. E as crianças são as piores. Anda tudo a meter anfetaminas! Aquilo de terem energia quase ilimitada é do quê? Das pilhas Duracell??!
E já viram o riso extasiado dos líderes partidários a falar à nação? E olhitos a brilharem? Foi uma chinesa fumada antes da sessão da assembleia. E aqueles jantares partidários? O prato principal é sempre bifinhos com natas e cogumelos mágicos.
E o Harry Potter sempre a voar? Ecstasy! Drogado!
Não se droguem que estragam a vossa vida. Bebam vodka.
Friday, September 03, 2004
Crescem como Cogumelos
Não há cogumelos bonitos. Nem mesmo os mágicos. Estes só são agradáveis depois de consumidos (há até quem diga que depois de consumidos TUDO se torna agradável!).
Os cogumelos são saprófitas ou parasitas (Nota: saprófita: ser vivo que se alimenta absorvendo substâncias orgânicas normalmente provenientes de matéria em decomposição). Ou seja crescem sobretudo em locais onde a deposição de matéria morta é maior.
Os cogumelos não são vegetais porque não produzem. Também não são animais porque não se movimentam (que grande dor de cabeça para os biólogos preocupados com a classificação dos seres). São fungos. São seres multicelulares. Mas o mais interessante é que possuem muitas vezes mais do que um núcleo por célula. Eu sempre olhei para os núcleos das células como se fossem pequenos cérebros. Não consigo deixar de sorrir ao imaginar algumas pessoas com mais de um cérebro. Com tanta indecisão andariam ás cabeçadas ás paredes.
Eu gosto da expressão “crescem como cogumelos”. Eu lembrei-me de escrever isto ao passar por uns prédios em construção num local onde antes não havia mais que uma casas decrépitas. Imagino os apartamentos com várias pessoas amontoadas e as querelas familiares que não irão acontecer por lá.
Mas fico contente pelo crescimento desmesurado das cidades e por ver que cada vez mais cogumelos crescem por cima dos anteriores. Sobra mais espaço para mim no campo.
Não há cogumelos bonitos. Nem mesmo os mágicos. Estes só são agradáveis depois de consumidos (há até quem diga que depois de consumidos TUDO se torna agradável!).
Os cogumelos são saprófitas ou parasitas (Nota: saprófita: ser vivo que se alimenta absorvendo substâncias orgânicas normalmente provenientes de matéria em decomposição). Ou seja crescem sobretudo em locais onde a deposição de matéria morta é maior.
Os cogumelos não são vegetais porque não produzem. Também não são animais porque não se movimentam (que grande dor de cabeça para os biólogos preocupados com a classificação dos seres). São fungos. São seres multicelulares. Mas o mais interessante é que possuem muitas vezes mais do que um núcleo por célula. Eu sempre olhei para os núcleos das células como se fossem pequenos cérebros. Não consigo deixar de sorrir ao imaginar algumas pessoas com mais de um cérebro. Com tanta indecisão andariam ás cabeçadas ás paredes.
Eu gosto da expressão “crescem como cogumelos”. Eu lembrei-me de escrever isto ao passar por uns prédios em construção num local onde antes não havia mais que uma casas decrépitas. Imagino os apartamentos com várias pessoas amontoadas e as querelas familiares que não irão acontecer por lá.
Mas fico contente pelo crescimento desmesurado das cidades e por ver que cada vez mais cogumelos crescem por cima dos anteriores. Sobra mais espaço para mim no campo.
Wednesday, September 01, 2004
A minha opinião
1. sou a favor da despenalização do aborto. Quem o quiser fazer que o faça.
2. acho que isto do wow é uma moda e que daqui a uns tempos vai passar (lembram-se do deus nos acuda de Timor?)
3. muitos dos liberais " de esquerda" e dos conservadores de direita pensam mais nos minutos de tempo de antena do que no assunto em si (e dúvido que alguma deles se tenha posto na pele de uma casal que dedice abortar - sim! de um casal!! porque são precisos 2 para dançar o tango e nem todos os homens são umas bestas)
4. a decisão do governo português peca por ter sido nitidamente de ordem politica (embora os argumentos júridicos me pareçam fortes)
5. os "debates" sobre esta matéria são das coisas mais baixas que tenho visto, com argumentos irracionais (para os lados da questão) e pouca informação. Fazem-me lembrar uma luta de galos da ìndia - só apetece parar com a luta e fazer um guizado.
6. o debate na "sociedade cívil" sempre esteve em aberto. Não sei se os políticos fazem parte parte desta sociedade, ou se tem preferência pela maçonaria e opus dei, mas é frequente ouvir-se conversas de café (esponâneas) sobre este assunto. não gosto que falem por mim quando dizem na comunicação social que é tempo da "sociedade cívil" voltar a debater este assunto. que alguns se aproveitem do momento mediático para retomar o assunto tudo bem, mas que me insultem não gosto.
7. Existe uma lei acerca do assunto. Foi aprovada em referendo, ou seja por voto directo dos eleitores. Não aceito opiniões de quem não participou no acto eleitoral.
1. sou a favor da despenalização do aborto. Quem o quiser fazer que o faça.
2. acho que isto do wow é uma moda e que daqui a uns tempos vai passar (lembram-se do deus nos acuda de Timor?)
3. muitos dos liberais " de esquerda" e dos conservadores de direita pensam mais nos minutos de tempo de antena do que no assunto em si (e dúvido que alguma deles se tenha posto na pele de uma casal que dedice abortar - sim! de um casal!! porque são precisos 2 para dançar o tango e nem todos os homens são umas bestas)
4. a decisão do governo português peca por ter sido nitidamente de ordem politica (embora os argumentos júridicos me pareçam fortes)
5. os "debates" sobre esta matéria são das coisas mais baixas que tenho visto, com argumentos irracionais (para os lados da questão) e pouca informação. Fazem-me lembrar uma luta de galos da ìndia - só apetece parar com a luta e fazer um guizado.
6. o debate na "sociedade cívil" sempre esteve em aberto. Não sei se os políticos fazem parte parte desta sociedade, ou se tem preferência pela maçonaria e opus dei, mas é frequente ouvir-se conversas de café (esponâneas) sobre este assunto. não gosto que falem por mim quando dizem na comunicação social que é tempo da "sociedade cívil" voltar a debater este assunto. que alguns se aproveitem do momento mediático para retomar o assunto tudo bem, mas que me insultem não gosto.
7. Existe uma lei acerca do assunto. Foi aprovada em referendo, ou seja por voto directo dos eleitores. Não aceito opiniões de quem não participou no acto eleitoral.
Friday, August 20, 2004
A formiga e o Elefante
Sinto-me esmagado pelo peso do destino que eu próprio escolhi. O que me poderá deixar mais triste? Combater nesta quimera? Ou saber que estou numa quimera por vontade própria?
E agora que devo fazer? Parar como a avestruz, enfiar a cabeça na areia e ficar á espera de ser comido pelos lobos? Assim terei cumprido com a minha função na cadeia alimentar. Ou pelo contrário escolher o destino anedótico da formiga que sobe a uma árvore, e dela salta para cima dum elefante tentando esmagá-lo com o seu peso? Pobre formiga… saltando ingloriamente no dorso do imponente opositor (?), enquanto que láem baixo um coro constituído pelo resto da colónia a incita:
“Salta, salta”
“Esmaga, esmaga”
E lá continua a formiguita a saltar. Não poderá o elefante pura e simplesmente sacudi-la do seu dorso? Ou esmagá-la acabando com o seu sofrimento? Poderia… se a sentisse no seu dorso. A insignificância da formiga não permite sequer que esta morra rapidamente. Vai acabar por morrer á fome, ou descer do elefante enquanto este vai para o cemitério. Mas nessa altura já estará demasiado longe da colónia para ser parte da comunidade.
Nota: As outras formigas, passada emoção da tentativa de elefantícidio, continuam a sua vidinha de lá para cá a alimentar a Rainha, que continua a gerar mais formigas para a alimentar. Enfim... mais formiga menos formiga... o que conta é a manutanção da colónia.
Assim me sinto. Uma formiga que em cima do dorso do elefante nem esmaga nem morre. Ou um bebé de colo cuja madrasta insiste em ter junto ao peito pronto a amamentar, mas sempre coberto por um wonderbra.
Acho que vou conservar o meu cérebro até ser altura certa de o usar (?)… Barmen! Barmen! Sirva-me uma moskovskaya!
Porra! Eu sou o meu próprio barmen. Melhor! Assim tenho á minha disposição todo o alcoól que necessito para o meu fim (literalmente).
Mas não vou desistir. Pelo menos até ao momento que a dona Ciência e os seus proxenetas não me expulsarem do prostíbulo.
Sinto-me esmagado pelo peso do destino que eu próprio escolhi. O que me poderá deixar mais triste? Combater nesta quimera? Ou saber que estou numa quimera por vontade própria?
E agora que devo fazer? Parar como a avestruz, enfiar a cabeça na areia e ficar á espera de ser comido pelos lobos? Assim terei cumprido com a minha função na cadeia alimentar. Ou pelo contrário escolher o destino anedótico da formiga que sobe a uma árvore, e dela salta para cima dum elefante tentando esmagá-lo com o seu peso? Pobre formiga… saltando ingloriamente no dorso do imponente opositor (?), enquanto que láem baixo um coro constituído pelo resto da colónia a incita:
“Salta, salta”
“Esmaga, esmaga”
E lá continua a formiguita a saltar. Não poderá o elefante pura e simplesmente sacudi-la do seu dorso? Ou esmagá-la acabando com o seu sofrimento? Poderia… se a sentisse no seu dorso. A insignificância da formiga não permite sequer que esta morra rapidamente. Vai acabar por morrer á fome, ou descer do elefante enquanto este vai para o cemitério. Mas nessa altura já estará demasiado longe da colónia para ser parte da comunidade.
Nota: As outras formigas, passada emoção da tentativa de elefantícidio, continuam a sua vidinha de lá para cá a alimentar a Rainha, que continua a gerar mais formigas para a alimentar. Enfim... mais formiga menos formiga... o que conta é a manutanção da colónia.
Assim me sinto. Uma formiga que em cima do dorso do elefante nem esmaga nem morre. Ou um bebé de colo cuja madrasta insiste em ter junto ao peito pronto a amamentar, mas sempre coberto por um wonderbra.
Acho que vou conservar o meu cérebro até ser altura certa de o usar (?)… Barmen! Barmen! Sirva-me uma moskovskaya!
Porra! Eu sou o meu próprio barmen. Melhor! Assim tenho á minha disposição todo o alcoól que necessito para o meu fim (literalmente).
Mas não vou desistir. Pelo menos até ao momento que a dona Ciência e os seus proxenetas não me expulsarem do prostíbulo.
Wednesday, August 18, 2004
Tuesday, August 17, 2004
“Citius, Altius, Fortius"
Sabia que o heroi dos jogos olimpicos de Berlim foi um atetla chamado Jesse Owens?
Sabia que nesse jogos Hitler planeava propangandear a superioridade da raça ariana?
Sabia que Jesse Owens era Negro?
Sabia que este Homem apesar de se ter tornado um simbolo da liberdade propagandeada pelos USA, sofria na pele as consequencias da segregação racial que ainda existia (perdurou por mais anos) em vários estados dos USA?
A liberdade é tão bonita. E a distorção da História também.
"Despite his success, the financial instability of the Owens family continued. Shamefully, at that time in America he was not offered any endorsement deals because he was black. In an effort to provide for his family, Jesse left school before his senior year to run professionally. For a while he was a runner-for-hire, racing against anything from people, to horses, to motorcycles. The Negro Baseball league often hired him to race against thoroughbred horses in an exhibition before every game. Jesse even raced against the some of the Major Leagues fastest ballplayers, always giving them a 10-yard head start before beating them. "
Sabia que o heroi dos jogos olimpicos de Berlim foi um atetla chamado Jesse Owens?
Sabia que nesse jogos Hitler planeava propangandear a superioridade da raça ariana?
Sabia que Jesse Owens era Negro?
Sabia que este Homem apesar de se ter tornado um simbolo da liberdade propagandeada pelos USA, sofria na pele as consequencias da segregação racial que ainda existia (perdurou por mais anos) em vários estados dos USA?
A liberdade é tão bonita. E a distorção da História também.
"Despite his success, the financial instability of the Owens family continued. Shamefully, at that time in America he was not offered any endorsement deals because he was black. In an effort to provide for his family, Jesse left school before his senior year to run professionally. For a while he was a runner-for-hire, racing against anything from people, to horses, to motorcycles. The Negro Baseball league often hired him to race against thoroughbred horses in an exhibition before every game. Jesse even raced against the some of the Major Leagues fastest ballplayers, always giving them a 10-yard head start before beating them. "
Friday, July 30, 2004
Material world
Algumas raparigas gostam de me acariciar,
Algumas até me dão o seu corpo,
Por mim tudo bem,
Mas se não leram zaratrusta, adeuszinho
Podem mendigar o meu carinho,
Mas só levam o corpo (que não é nada mau)
Mãos de veludo são boas,
Mas uma boca que canta “Sour times”,
Leva-me ao delírio!!!
Porque eu vivemos num mundo material
E eu sou um intelectual.
Vivemos num mundo de sexo,
E sou um intelectual(óide)
Por isso se queres uns momentos bem passados,
Lê a coleção do JN e do público,
Depois pensa nela.
Queima o “Artista de circo”,
E deita-te ao meu lado..
Algumas raparigas pagam-me bebidas,
E outras querem fazer-me massagens,
Mas dou negas a todas,
Estou mais interessado seu “sumo”
Porque eu vivemos num mundo material
E eu sou um intelectual.
Vivemos num mundo de sexo,
E sou um intelectual(óide) triste.
Living in a material world
And I am a material girl
You know that we are living in a material world
And I am a material girl
Algumas raparigas gostam de me acariciar,
Algumas até me dão o seu corpo,
Por mim tudo bem,
Mas se não leram zaratrusta, adeuszinho
Podem mendigar o meu carinho,
Mas só levam o corpo (que não é nada mau)
Mãos de veludo são boas,
Mas uma boca que canta “Sour times”,
Leva-me ao delírio!!!
Porque eu vivemos num mundo material
E eu sou um intelectual.
Vivemos num mundo de sexo,
E sou um intelectual(óide)
Por isso se queres uns momentos bem passados,
Lê a coleção do JN e do público,
Depois pensa nela.
Queima o “Artista de circo”,
E deita-te ao meu lado..
Algumas raparigas pagam-me bebidas,
E outras querem fazer-me massagens,
Mas dou negas a todas,
Estou mais interessado seu “sumo”
Porque eu vivemos num mundo material
E eu sou um intelectual.
Vivemos num mundo de sexo,
E sou um intelectual(óide) triste.
Living in a material world
And I am a material girl
You know that we are living in a material world
And I am a material girl
Sunday, July 18, 2004
Friday, July 16, 2004
Vacas com asas/Marquês
Olhei para o céu incomodado pelo que me estava a acontecer. Belas borboletas flutuavam por cima de mim enquanto defecavam sobre o meu corpo inerte. Estava com o corpo tão entranhado na erva fresca da manhã que não me conseguia mexer. A minha inércia estva pórem mais relacionada com torpor e ausência de vontade própria do que com qualquer sençacão de prazer. Até porque o cheiro que começava a incomodar-me... estva tudo tão bem enquanto umas vacas ruminavam á minha volta, até que aparecem estas borboletas armadas de kalashnikov e as vaquinhas para fazer hamburguers. E quem paga por isso? Eu, que estou a ser bombardiado por enormes poias, mais dignas do Dumbo do que destas descendentes de larvas...
Acordei!
Que sonho! Nem o vou tentar explicar. Já disse o que penso sobre sonhos. Aquilo que me rodeiava quando acordei era muito mais interessante. Estava deitado no que parecia ser uma sala de jantar, com a desordem natural após uma grande festa. E que festa, a minha dor de cabeça (a secura da garganta) eram reveladoras de parte do se havia passado. Já com o ohlos a focar melhor distingui alguns corpos caídos. Ao reconhece-los veio-me à memoria a noite passada. Com todos os pormenores.
A noite começou com um repasto dingo de mim: um Rei. A gula assim o exige. Uma barriga saciada com comida e um cerébro etilizado são o sempre um bom desibinidor (mas... quem precisa disso entre amigos? Todos nós!). com em todas as festa há um corte, e quando a avareza se sobrepõe ao convívio amigável... mais vale nem aparecer. Com a decorre da noite a festa amena tornou-se uma violenta orgia.
Subjuguei a ira e a injeja e ordenai-lhes que executassem um belo fellatio ao orgulho. Pensei em sodomizar de supresa a minha amiga preguiça, que dormia sossegada num sofá. E sodomizei. Foi tão engraçado vê-la acordar com as dores! E, como esperado, nem sequer mexeu um dedo para me afastar de si. Mas eu fi-lo de vontade própria, a necrofilia não faz parte dos meus gostos.
Que cheiro agradável é este? A minha única amada: Lúxuria. Excitado pela semi-sodomia anterior, ajoeilhei-me a seus pés, e embora nesta posição submissa, dignei-me a executar-lhe um cunnilingus com a suavidade da seda. Animada por esta minha iniciativa, a lúxuria passou o resto da noite comigo. E unidos tivemos orgasmos que seriam dignos de deuses se estes existissem. Com ela deitada do meu lado tenho vontade de expulsar os restantes convidados e ficar a sós com a minha escolhida.
Olhei para o céu incomodado pelo que me estava a acontecer. Belas borboletas flutuavam por cima de mim enquanto defecavam sobre o meu corpo inerte. Estava com o corpo tão entranhado na erva fresca da manhã que não me conseguia mexer. A minha inércia estva pórem mais relacionada com torpor e ausência de vontade própria do que com qualquer sençacão de prazer. Até porque o cheiro que começava a incomodar-me... estva tudo tão bem enquanto umas vacas ruminavam á minha volta, até que aparecem estas borboletas armadas de kalashnikov e as vaquinhas para fazer hamburguers. E quem paga por isso? Eu, que estou a ser bombardiado por enormes poias, mais dignas do Dumbo do que destas descendentes de larvas...
Acordei!
Que sonho! Nem o vou tentar explicar. Já disse o que penso sobre sonhos. Aquilo que me rodeiava quando acordei era muito mais interessante. Estava deitado no que parecia ser uma sala de jantar, com a desordem natural após uma grande festa. E que festa, a minha dor de cabeça (a secura da garganta) eram reveladoras de parte do se havia passado. Já com o ohlos a focar melhor distingui alguns corpos caídos. Ao reconhece-los veio-me à memoria a noite passada. Com todos os pormenores.
A noite começou com um repasto dingo de mim: um Rei. A gula assim o exige. Uma barriga saciada com comida e um cerébro etilizado são o sempre um bom desibinidor (mas... quem precisa disso entre amigos? Todos nós!). com em todas as festa há um corte, e quando a avareza se sobrepõe ao convívio amigável... mais vale nem aparecer. Com a decorre da noite a festa amena tornou-se uma violenta orgia.
Subjuguei a ira e a injeja e ordenai-lhes que executassem um belo fellatio ao orgulho. Pensei em sodomizar de supresa a minha amiga preguiça, que dormia sossegada num sofá. E sodomizei. Foi tão engraçado vê-la acordar com as dores! E, como esperado, nem sequer mexeu um dedo para me afastar de si. Mas eu fi-lo de vontade própria, a necrofilia não faz parte dos meus gostos.
Que cheiro agradável é este? A minha única amada: Lúxuria. Excitado pela semi-sodomia anterior, ajoeilhei-me a seus pés, e embora nesta posição submissa, dignei-me a executar-lhe um cunnilingus com a suavidade da seda. Animada por esta minha iniciativa, a lúxuria passou o resto da noite comigo. E unidos tivemos orgasmos que seriam dignos de deuses se estes existissem. Com ela deitada do meu lado tenho vontade de expulsar os restantes convidados e ficar a sós com a minha escolhida.
Sunday, July 04, 2004
Morte lenta.
Porque é que os homens tem uma esperança de vida, em média, menor que a das mulheres?
A explicação é simples e com origem fisiológica. Quando mulher e homem se unem pelo sagrado matrimónio, faz parte do contracto que durmam juntos. O que acontece então? As mulheres quando adormecem viram os glúteos (que doravante designarei como rabo) para o seu esposo, encaixando-os na barriga deste. As mulheres tem o rabo frio, e este quando encostado á zona abdominal masculina causa desconforto, pois vai originar o arrefecimento súbito de toda a zona abdominal masculina, provocando resfriados contínuos.
Todo este stress, anos a fio, causa a morte lenta do homem, até que finalmente o esperado acontece. Ela mete-o numa caixa de madeira e enfia a caixa dentro de terra.
Porque é que as mulheres o fazem? Não há certezas, mas há quem diga que é porque gostam de usar roupas pretas.
Porque é que os homens tem uma esperança de vida, em média, menor que a das mulheres?
A explicação é simples e com origem fisiológica. Quando mulher e homem se unem pelo sagrado matrimónio, faz parte do contracto que durmam juntos. O que acontece então? As mulheres quando adormecem viram os glúteos (que doravante designarei como rabo) para o seu esposo, encaixando-os na barriga deste. As mulheres tem o rabo frio, e este quando encostado á zona abdominal masculina causa desconforto, pois vai originar o arrefecimento súbito de toda a zona abdominal masculina, provocando resfriados contínuos.
Todo este stress, anos a fio, causa a morte lenta do homem, até que finalmente o esperado acontece. Ela mete-o numa caixa de madeira e enfia a caixa dentro de terra.
Porque é que as mulheres o fazem? Não há certezas, mas há quem diga que é porque gostam de usar roupas pretas.
Friday, July 02, 2004
Música para casamentos & batizados
A cantora/actriz Kilye Minogue começou a desenvolver a actividade de cantora de em casamentos e batizados. Recentemente foi actuar no casamento da filha de um milionário indiano.
Já estou a estou a imaginar no centro de palco com um vestido de lantejoulas, ladeada por um organista, e quiçá, por um guitarrista! Imagino que entre os temas tocados, estejam, entre outros: Panela de pressão, Imagine, Apita o comboio, Love boat, Love is in the air... e no auge da festa, diz a kilye...
“Está tudo divertido?”
ei! shim!!!
“Esta é para os adeptos do F.C. de Bombaim!” (e comça a batida pop-chula pré-formatada do orgão: pum..pum pumpum... E metade da sala em delírio)
“E para ninguém ficar invejoso... esta é para o Unidos de Nova Deli!!!” (a sala ao rubro com urros vivas e apupos)
“E agora só para as castas superiores!!!”
“Isto está a ficar animado – agora as castas inferiores” (a criadagem vai-se mexendo como pode enquanto retiram os pratos sujos)
“E para acabar... e para caxemira, não vai nada?”
(a sala em uníssono) e esta merda é toda nossa olé, olé.
Como podem imaginar, um verdadeiro sucesso. Espero vê-la em Portugal no batizado do 14º filho do nosso casal real, acompanhada pelo José Cid no orgão.
A kilye Minogue Casamentos e Batizados Productions, aceita contactos para animação de casamentos, batizados, festas sociais e tudo o mais. Preço/meia-hora: 500.000 euros.
A cantora/actriz Kilye Minogue começou a desenvolver a actividade de cantora de em casamentos e batizados. Recentemente foi actuar no casamento da filha de um milionário indiano.
Já estou a estou a imaginar no centro de palco com um vestido de lantejoulas, ladeada por um organista, e quiçá, por um guitarrista! Imagino que entre os temas tocados, estejam, entre outros: Panela de pressão, Imagine, Apita o comboio, Love boat, Love is in the air... e no auge da festa, diz a kilye...
“Está tudo divertido?”
ei! shim!!!
“Esta é para os adeptos do F.C. de Bombaim!” (e comça a batida pop-chula pré-formatada do orgão: pum..pum pumpum... E metade da sala em delírio)
“E para ninguém ficar invejoso... esta é para o Unidos de Nova Deli!!!” (a sala ao rubro com urros vivas e apupos)
“E agora só para as castas superiores!!!”
“Isto está a ficar animado – agora as castas inferiores” (a criadagem vai-se mexendo como pode enquanto retiram os pratos sujos)
“E para acabar... e para caxemira, não vai nada?”
(a sala em uníssono) e esta merda é toda nossa olé, olé.
Como podem imaginar, um verdadeiro sucesso. Espero vê-la em Portugal no batizado do 14º filho do nosso casal real, acompanhada pelo José Cid no orgão.
A kilye Minogue Casamentos e Batizados Productions, aceita contactos para animação de casamentos, batizados, festas sociais e tudo o mais. Preço/meia-hora: 500.000 euros.
Thursday, July 01, 2004
Sour times, by Porstishead and modified by the unlucky
To pretend no one can find,
The fallacies of morning rose,
Forbidden fruit, hidden eyes,
Courtesies that I despise in me
Take a ride, take a shot now.
Covered by the blind belief,
That fantasies of sinful screens,
Bear the facts, assume the dye,
End the vows no need to lie, enjoy,
Take a ride, take a shot now.
Who oo am I, what and why?
‘Cause all I have left is my memories of yesterday,
Ohh these sour times.
After time the bitter taste,
Of innocence decent or race,
Scattered seed, buried lives,
Mysteries of our disguise revolve,
Circumstance will decide.
To pretend no one can find,
The fallacies of morning rose,
Forbidden fruit, hidden eyes,
Courtesies that I despise in me
Take a ride, take a shot now.
Covered by the blind belief,
That fantasies of sinful screens,
Bear the facts, assume the dye,
End the vows no need to lie, enjoy,
Take a ride, take a shot now.
Who oo am I, what and why?
‘Cause all I have left is my memories of yesterday,
Ohh these sour times.
After time the bitter taste,
Of innocence decent or race,
Scattered seed, buried lives,
Mysteries of our disguise revolve,
Circumstance will decide.
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